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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Curso de Druidismo e Cultura Celta - nova turma

Abriremos, em 10 de setembro de 2011, sábado, 15h30, mais uma turma de nosso Curso de Introdução ao Druidismo e à Cultura Celta.

Desde 2009, harmonizamos nosso calendário com os fluxos naturais solares do ano druídico: o curso é sempre iniciado após o Imbolc (mês de agosto) e finalizado antes do Samhain (fim de abril).

Não haverá mais turmas com início em março.

Encontram-se abaixo maiores informações sobre o Curso e a Escola. Os que desejarem conhecer um pouco de nosso trabalho podem vir assistir a uma aula sem compromisso. Sua presença muito nos alegrará.

CÉAD MÍLE FÁILTE.

Bandruir
GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta
www.escolagergovia.wordpress.com


Curso de Introdução ao Druidismo e à Cultura Celta – Turma 11

Módulo: Único

Duração: 08 (oito) meses

Programa - Noções de:
• História e Mitologia dos Povos Celtas
• Magia e Oráculos
• Festivais
• Astronomia
• Herbalismo
• Conhecimento da Floresta (História e Botânica da Floresta da Tijuca)

Qualificação dos professores: As aulas são dadas por professores e estudantes universitários das áreas das disciplinas do programa (História, Biologia, Astronomia etc).

Horário: Sábados de 15.30 às 17.30h.

Início: 10 de setembro de 2011, sábado.

Local: As aulas acontecerão em Copacabana, RJ, na Av. Princesa Isabel, 323 sala 702-703 (estação de metrô mais próxima: Cardeal Arcoverde).
*** com exceção da aula de Conhecimento da Floresta, que é realizada em um domingo na Floresta da Tijuca.

Rituais: Os festivais (rituais druídicos) são realizados em sábados (à tarde e noite) próximos às datas sagradas.

Valor do curso: 08 (oito) pagamentos mensais de R$90,00 (noventa reais). Não cobramos taxa de inscrição.

Inscrição: A inscrição é feita no primeiro dia de aula, com o pagamento da primeira mensalidade. Pode-se assistir à primeira aula sem compromisso, para se conhecer a Escola.

Para mais informações, escreva ou telefone para a GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta, e assista a uma aula sem compromisso.

Um grande abraço e bênçãos dos Antigos.

Bandruir
GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta
Ordem Druídica DRUNEMETON
Tel.: (21) 2569.9350 e 9508.3999

Website: www.escolagergovia.wordpress.com

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Momento

Não existe nada mais mágico que deitar-se no chão da floresta.
Porque tudo o que você vê é a copa das árvores.


















Floresta da Tijuca, RJ, Equinócio de Outono 2011.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Boca de hera, coração de azevinho

Beul eidhin a's croidhe cuilinn.

“Boca de hera, coração de azevinho", diz o provérbio irlandês. Mas esse antigo ditado tem muito de enigmático... Como muita coisa da sabedoria céltica e germânica.

A hera é uma planta trepadeira delicada, flexível, com folhas macias. Suas flores atraem abelhas e borboletas na primavera e verão. Os frutos pequenos, negros e arredondados servem de alimento a diversos pássaros, embora sejam tóxicos ao ser humano. É muito conhecida na medicina desde a Antiguidade por sua ação expectorante. Em jardinagem, é muito utilizada para a decoração de muros e coretos.

O azevinho é um arbusto resistente, que sobrevive até mesmo ao frio rigoroso do inverno europeu, quando suas folhas se tornam ainda mais afiadas e cortantes. Por isso, sempre foi considerado um símbolo de força e resistência, e associado ao Solstício de Inverno. Seus frutos são extremamente tóxicos, até mesmo para os animais. O azevinho acabou se tornando um símbolo de Natal após a cristianização dos antigos cultos pagãos.

Ter uma “boca de hera e um coração de azevinho” pode, então, significar dizer palavras suaves enquanto o coração é duro? Ou ser suave e resistente ao mesmo tempo?

Folk lore, sabedoria ancestral – algo para se refletir...

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Árvores mágicas femininas (2)


A Sorveira era reverenciada na Antiguidade por diferentes povos, de norte a sul da Europa. Na mitologia nórdica, era a árvore da qual a primeira mulher foi feita (enquanto o primeiro homem teria sido feito do Freixo). Nas ilhas britânicas, era considerada a árvore da magia por excelência, protetora contra encantamentos e associada à Rainha das Fadas. Na Grécia antiga, era a árvore que nascera do sangue e das penas de uma águia que lutou mortalmente para recuperar o cálice da deusa Hebe.






Apesar de seu nome masculino em português, o Espinheiro Branco é geralmente associado à Rainha das Fadas devido às suas flores brancas (assim como a Sorveira). Na antiga Irlanda, seus galhos não era cortados ou podados (principalmente quando o arbusto se encontrava sozinho ou isolado na paisagem de uma planície ou campina), pois isso poderia despertar a ira do povo feérico. Sua floração acontece na época do Beltane e as flores são preferidas para a confecção de guirlandas para as jovens.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Árvores mágicas femininas

Entre as antigas árvores sagradas celtas, algumas tem uma essência inconfundivelmente feminina.


A bétula é uma árvore graciosa, esguia, que se veste com as cores mais encantadoras e delicadas no outono. Símbolo do amor, usada em celebrações de Beltane, ela é também uma geradora de vida: onde há uma bétula, desenvolve-se todo um ecossistema ao seu redor. Seu dom mágico é o da criação e inicialização de ciclos.













A macieira está sempre associada à juventude, à beleza e à longevidade nas lendas célticas e germânicas. É uma árvore favorita das fadas, que freqüentemente usam seu fruto para encantar e seduzir mortais. É a árvore da ilha mágica de Avalon, cujo nome significa "Ilha das Maçãs". Cientistas têm descoberto cada vez mais o poder nutritivo da maçã, que justifica sua fama de mantenedora da saúde e da juventude.


















O salgueiro é a mais feminina de todas
as árvores mágicas: cresce somente à beira de rios, lagos e pântanos, é a própria expressão da alma, símbolo dos ciclos lunares e da intuição. É outra árvore queridíssima das fadas, e sua magia é de cura e sensitividade.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Palestra sobre Ogham e as árvores sagradas celtas




"Ogham: oráculo, escrita mágica e autoconhecimento"
palestra de Bandruir, da Escola Gergóvia.
Sábado, dia 09 de outubro de 2010, às 20h00, na Mystic Fair, em SP. Entrada franca.

Mais informações:

Sobre Ogham - http://escolagergovia.blogspot.com/
Sobre a Mystic Fair - http://www.mysticfair.com.br/programa.html

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Curso de Druidismo e Cultura Celta - turma em agosto de 2010

Com o objetivo de harmonizar o calendário letivo da Escola Gergóvia com os fluxos naturais solares do ano druídico, abriremos, em 14 de agosto de 2010, sábado, mais uma turma de nosso Curso de Introdução ao Druidismo e à Cultura Celta.

Em nossa tradição agora, o curso será sempre iniciado após o Imbolc (mês de agosto) e finalizado antes do Samhain (fim de abril).

Não haverá mais turmas com início em março.

Estamos enviando abaixo maiores informações sobre o Curso e a Escola. Os que desejarem conhecer um pouco de nosso trabalho podem vir assistir a uma aula sem compromisso. Sua presença muito nos alegrará.

CÉAD MÍLE FÁILTE.

Bandruir
GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta
www.escolagergovia.wordpress.com
www.escolagergovia.wordpress.com/curso-de-druidismo/

GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta

Curso de Introdução ao Druidismo e à Cultura Celta – Turma X

Módulo: Único

Duração: 09 (nove) meses

Programa - Noções de:
• História e Mitologia dos Povos Celtas
• Magia e Oráculos
• Festivais
• Astronomia
• Herbalismo
• Conhecimento da Floresta (História e Botânica da Floresta da Tijuca)

Qualificação dos professores: As aulas são dadas por professores e estudantes universitários das áreas das disciplinas do programa (História, Biologia, Astronomia etc).

Horário: Sábados de 14.30 às 16.30h.

Início: 14 de agosto de 2010, sábado.

Local: As aulas acontecerão em Copacabana, RJ, na Av. Princesa Isabel, 323 sala 702-703 (estação de metrô mais próxima: Cardeal Arcoverde).
*** com exceção das aulas de Esgrima e de Conhecimento da Floresta, que são realizadas em quatro domingos durante o curso, na Floresta da Tijuca.

Rituais: Os festivais (rituais druídicos) são realizados em espaço alugado também na Floresta da Tijuca, em sábados (à tarde) próximos às datas sagradas.

Valor do curso: 09 (nove) pagamentos mensais de R$90,00 (noventa reais). Não cobramos taxa de inscrição.

Inscrição: A inscrição é feita no primeiro dia de aula, com o pagamento da primeira mensalidade. Pode-se assistir à primeira aula sem compromisso, para se conhecer a Escola.

Para mais informações, escreva ou telefone para a GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta, e assista a uma aula sem compromisso.

Um grande abraço e bênçãos dos Antigos.

Bandruir
Fundadora e diretora da GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta
Arquidruida da Ordem Druídica DRUNEMETON
Tel.: (21) 2569.9350 e 9508.3999
E-mail: escolagergovia@yahoo.com.br

Website: www.escolagergovia.wordpress.com

Comunidade Gergóvia no Orkut:
www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4609879

Lista Gergóvia no Yahoo Grupos:
br.groups.yahoo.com/group/Gergovia

Página da GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta (com informações, textos, fotos, eventos, etc)
www.escolagergovia.multiply.com

Blog GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta (textos sobre Druidismo e cultura celta)
www.escolagergovia.blogspot.com

O BLOG DA DRUIDESA - Meditações de uma alma druida (textos) www.bandruir.blogspot.com


O CANTO DOS BARDOS: Página sobre Arte e artistas dedicada a Brigid
www.bandruir.multiply.com/

sábado, 15 de agosto de 2009

Druidesa ou druidisa?


Ambas as formas são corretas. Segundo José Pereira da Silva,

"manifestam o feminino por meio dos sufixos derivacionais –esa, -essa, -isa, -triz, -ez: abade – abadessa, alcaide – alcaidessa (ou alcaidina), ator – atriz, barão – baronesa, bispo – episcopisa, conde – condessa, condestável – condestablessa, cônego – canonisa, cônsul – consulesa, diácono – diaconisa, doge – dogesa, dogaresa ou dogaressa, druida – druidesa, druidisa (ocorre em O. Bilac), duque – duquesa, embaixador – embaixatriz (embaixadora), etíope – etiopisa, imperador – imperatriz, jogral – jogralesa, papa – papisa, píton – pitonisa, poeta – poetisa, príncipe – princesa, profeta – profetisa, sacerdote – sacerdotisa, visconde – viscondessa."

Em: A INEXISTÊNCIA DA FLEXÃO DE GÊNERO NOS SUBSTANTIVOS DA LÍNGUA PORTUGUESA.
http://www.filologia.org.br/pub_outras/sliit01/sliit01_09-28.html

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Druida ou Druidesa?

Segundo o mesmo Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, de Francisco da Silveira Bueno, publicado pelo MEC, druida é substantivo masculino:

"DRUIDA, s.m. Antigo sacerdote entre os gauleses e bretões."

O feminino de druida seria:

"DRUIDESA, s.f. Sacerdotisa céltica. (Fem. de druida)" p. 384

Mas na Língua Portuguesa, pode-se usar o substantivo masculino singular para se referir a todo um grupo, classe ou povo, como, por exemplo:

"O bom aluno é aquele que estuda sempre." (= "Bons alunos, sejam meninos ou meninas, estudam sempre.")

"O Druida é, antes de tudo, um sacerdote." (="Druidas, homens e mulheres, são antes de tudo, sacerdotes")

Também se pode criar um neologismo, criando um adjetivo sinônimo para druídico:

"O Blog da Druidesa - reflexões de uma alma druida"

A arqueóloga Miranda Green disse que os antigos Druidas eram "agitadores sociais". Então, druidas modernos podemos ser subversivos da língua.

E viva a licença poética!

Druida ou druí -da?

Qual a pronúncia correta?

Segundo o Dicionário Escolar da Língua Portuguesa, de Francisco da Silveira Bueno, publicado pelo MEC:

"DRUIDA, s.m. Antigo sacerdote entre os gauleses e bretões. (O Peq. Voc. da A.B.L. manda colocar o acento agudo em u, mas não há necessidade: o caso é o mesmo de gratuito, muito, etc.; não há perigo de confusão prosódica com druída, que, se existisse, levaria acento no i, obrigatoriamente.)" p.384

segunda-feira, 29 de junho de 2009

A alegria de um Druida

Druidas também gostam de rir.
Druidas dançam. Druidas vão a festas.
A maior alegria de um Druida é estar com seu povo e rir com seu povo.
Ver que todos estão bem e felizes.
Realizar um casamento. Abençoar uma criança.
Comer, beber, dançar. Tomar banho de mar, de rio ou lagoa.
Conversar com amigos queridos.
O Dagda, o poderoso e sábio Deus-druida, é alegre, namorador, bonachão.
Gosta de comer boa comida, tocar harpa e namorar.

Ser alegre e estar de bem com a vida é coisa de Druida.


quinta-feira, 14 de maio de 2009

O temperamento do Druida

Druidas sentem raiva? Druidas perdem a paciência? Druidas sentem indignação de vez em quando?

A resposta é: sim. Como qualquer ser humano.

O que revolta um Druida? Injustiça.


"O reino céltico é deste mundo, e também do Outro Mundo. Assim, seria fútil esperar passivamente em uma atitude de resignação, que uma situação mude, tornando-se o contrário, em um Outro Mundo de justiça e reparação. Todo esforço deve ser feito por um indivíduo, durante sua vida individual, para exigir o respeito pela justiça. Os Druidas também eram os legisladores e juízes que cuidavam da implementação da justiça divina. O que os Druidas menos toleravam era a injustiça. Eles desejavam ver a perfeição do Outro Mundo concretizada neste mundo."

(Jean Markale, historiador, em The Druids: Celtic Priests of Nature. Inner Traditions, 1999. p.236)


Druidas não esperam pela justiça após a morte; a justiça não é algo que irá acontecer no Outro Mundo. A justiça é algo que deve ser buscada aqui, agora, para ser implementada neste mundo. Druidas não se conformam com injustiça ou desigualdade. Mentiras e injustiça são as coisas que mais revoltam um Druida.

terça-feira, 12 de maio de 2009

O espírito do Druida


O que se passa na cabeça de um Druida?
A maioria das pessoas se esquece de que um Druida é uma pessoa como qualquer outra... Sim, nós, Druidas, também temos sonhos, nós rimos, nós choramos, nós sangramos, nós morremos.... Como qualquer pessoa.
A diferença é que nós, Druidas, buscamos um sentido em tudo que fazemos. Um motivo maior pelo qual vivemos e morremos.
Porque sabemos que vamos renascer - pelo mesmo motivo.